Quando foi que você recebeu um elogio ou elogiou alguém?
As pessoas nos dias de hoje estão cada vez mais esgotando suas forças quando se trata de trabalho. Estão a cada dia dispostos à realizar seus sonhos e metas de uma forma nada saudável.
Há especialistas como Armelle Decaup, sócia da consultoria Defí Inteligência Competitiva e especialista no tema, que cita “o conhecimento alimenta a geração de inteligência, aumentando a base de informações da empresa, e vice-versa.”
Para ela, a competitividade de gerenciamento do conhecimento e produção de inteligência são cruciais para que as empresas possam estar sempre à frente aos seus concorrentes no mercado, porém, sempre dependerá das mãos humanas.
A geração atual entende que o mercado de trabalho requer pessoas com diferencial em habilidades imponentes, que sejam fortes, determinados, porém, esquecem que o ser humano é sujeito à limitações. O ser humano quando atingido a sua limitação, não entende que podem vir à ser nocivos à sua saúde quando atingido esse limite, abrindo-se então uma porta para frustrações, estresse, ansiedade e depressão.
Quando a pessoa recebe um elogio, existe um área do cérebro que chama-se lobo temporal, que é ativada consideravelmente, e com isso, o desempenho dessa pessoa, em qualquer área pode ser um sucesso.
“Por exemplo, se eu tenho um bom comportamento e alguém me elogia por isso, eu fico feliz e o sistema de recompensas me diz – ‘Olha toda vez que você fizer uma coisa legal vai receber uma recompensa’. Então a gente reforça o comportamento positivo e tende a repetir isso”, explicou a Diretora Pedagógica do Supera Patrícia Lessa“
Um elogio bem posicionado a pessoa pode fazer toda a diferença na entrega de seus resultados. Há impactos positivos quando se é elogiado.
Para quem recebe o elogio, é um diferencial para impusioná-lo a ser melhor a cada dia, e para quem fornece, treina o seu cérebro todos os dias para ver o lado positivo das coisas. Aos poucos, a negatividade sairá dele.
Quando se é elogiado, há hormônios que são liberados no seu corpo:
Serotonina (tem a função de provoca a satisfação e bem-estar);
Dopamina (tem a função de provoca a sensação de prazer, satisfação e aumenta a motivação);
Endorfina ( tem a função de aliviar a dor, reduzir o estresse, promover a sensação de bem-estar e euforia);
Ocitocina (tem a função de promover sentimentos de amor, união social e bem-estar).
Quer ser melhor a cada dia?
Impulsione alguém com elogios nas próximas semanas, e vamos jogar fora todas as negatividades recebendo assim…
Os economistas revisaram suas estimativas para a economia brasileira em 2023, refletindo dados positivos do segundo trimestre, mas também aumentando as projeções para a inflação e a taxa de câmbio neste ano.
De acordo com o boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (11), os analistas agora prevêem um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,64% em 2023. Isso representa um aumento de 0,08 ponto percentual em relação à previsão da semana anterior, que já havia subido de 2,31% para 2,56%.
Além disso, o boletim indica otimismo em relação aos anos seguintes, com expectativas de crescimento para 2024 (subindo de 1,32% para 1,47%) e 2025 (de 1,9% para 2%).
Essa melhoria nas projeções acontece após a divulgação de um aumento de 0,9% no PIB do segundo trimestre, superando as expectativas e levando a revisões nas previsões para o PIB.
No entanto, o relatório do Banco Central também aponta um aumento na expectativa de inflação para este ano, subindo de 4,92% para 4,93%. Houve um aumento de 0,01 ponto percentual também na previsão para 2024, passando de 3,88% para 3,89%. As estimativas para 2025 e 2026 permanecem em 3,50%, sem mudanças.
Vale ressaltar que a meta oficial de inflação para 2023 é de 3,25%, e para 2024, 2025 e 2026, é de 3,00%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Outro dado que sofreu alteração em relação à semana anterior foi a taxa de câmbio, que passou de R$ 4,98 para R$ 5. Quanto à taxa de juros básica (Selic) deste ano, ela se manteve em 11,75%, em comparação com a taxa atual de 13,25%, com um corte de 0,5 ponto percentual esperado para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em setembro. Para 2024, a taxa de juros é projetada em 9,0%.
Organização é tudo na hora de planejar o nosso cantinho.
Para você que deseja ter uma visão de amplitude em algum espaço da casa que é pequeno, valorize a luz natural. Janelas grandes com vidros transparentes e cortinas translucidas, ajudará ao ambiente ter claridade e uma visão de espaço maior.
Apostem também em móveis planejados.
Sofás podem ser substituídos por poltronas, a qual dará um toque de leveza para o ambiente e uma amplitude maior.
Para você que busca uma paz interior e um ambiente com tranquilidade, o uso de cores neutras trará o que deseja, porém, cuidado ao sobrecarregar o ambiente com o visual.
Segue algumas inspirações que te deixará com vontade de já realizar as mudanças em seu cantinho.
Conforme matéria escrita pela CNN Brasil, a decisão para comprar uma casa própria ou investir no aluguel do imóvel depende de organização, simulação e, principalmente, da fase da vida da pessoa.
O brasileiro voltou a estudar a possibilidade de comprar um imóvel após a perspectiva de queda na taxa básica de juros a partir de agosto, que hoje está em 13,75%. Quando menor os juros, mais em conta sai o financiamento imobiliário. Mesmo com o cenário mais favorável, a dúvida se vale mais comprar ou alugar um imóvel ainda exitem entre as pessoas que pensam no assunto.
Foram ouvido especialistas que explicaram os prós e contras na locação e na compra de um imóvel para ajudar quem está neste dilema.
Organização, programação, planejamento, simulações e renegociações de dívidas são pontos que devem ser considerados antes de se decidir.
Para Jarbas Thaunahy Santos de Almeida, professor de estatística e finanças da Strong Business School e autor do livro “Matemágica das finanças: o que você precisa saber antes de começar a investir”, há pontos positivos e negativos tanto para quem quer comprar, quanto para quem quer alugar um imóvel.
Primeiramente, ele expõe que, caso a pessoa não deseje se comprometer a longo prazo, o aluguel permite a mudança de residência com mais facilidade.
Isso é especialmente benéfico para quem tem planos de se mudar para outra cidade ou se está em uma fase de transição na vida, como um novo emprego ou casamento.
Agora, se a pessoa possui uma estabilidade financeira sólida, incluindo uma renda estável, reserva de emergência adequada e capacidade de lidar com os custos iniciais e contínuos da compra de um imóvel, como entrada, financiamento imobiliário, taxas e despesas de manutenção, a compra deve ser considerada.
“Se você está enfrentando incerteza financeira ou possui uma renda instável, alugar pode ser mais viável. Comprar um imóvel requer um investimento inicial significativo, como a entrada e outros custos associados, enquanto o aluguel geralmente exige um depósito de segurança e o pagamento do aluguel mensal”, pontua Almeida.
Considerações para o aluguel
O professor explica que caso a pessoa necessite morar em uma determinada área por um curto período, alugar é uma opção mais prática.
Isso pode ser o caso de estudantes universitários que planejam ficar em uma cidade apenas durante o período dos estudos ou profissionais designados para trabalhar temporariamente em outra região.
“Ao alugar um imóvel, a responsabilidade pela manutenção e reparos geralmente recai sobre o proprietário ou imobiliária. Isso pode ser benéfico se você não quiser se preocupar com essas questões ou se não tiver os recursos financeiros para lidar com as despesas de manutenção.”
Colocando na balança, Almeida pontua que, dependendo do mercado imobiliário local, o custo do aluguel pode ser menor do que o custo total de comprar e manutenção de uma propriedade.
Segundo ele, alugar permite que se aproveite o benefício de ter um lugar para morar sem assumir o compromisso financeiro de uma prestação de financiamento imobiliário, impostos, pagamento de juros e outras despesas associadas à propriedade.
Contudo, é importante lembrar que alugar um imóvel significa que você não está construindo patrimônio e está pagando para morar em uma propriedade que não será sua.
Prós e contas do aluguel
Prós
1. O aluguel oferece maior flexibilidade em termos de localização e estilo de vida. Você pode escolher morar em diferentes áreas ou experimentar diferentes tipos de imóveis sem se comprometer a longo prazo.
2. Ao alugar, você geralmente precisa pagar um depósito de segurança e possivelmente algumas taxas adicionais. Esses custos iniciais são geralmente menores do que a entrada e as despesas associadas à compra de um imóvel.
3. Quando você aluga um imóvel, é responsabilidade do proprietário cuidar da manutenção e de reparos significativos. Isso pode poupar tempo e dinheiro em comparação com a manutenção de um imóvel próprio.
Contra
1. Ao alugar, você não está construindo patrimônio. Os valores dos aluguéis pagos não retornam para você, como aconteceria ao pagar pelo financiamento de um imóvel próprio. No longo prazo, isso pode ser considerado uma desvantagem financeira.
2. Ao alugar, você está sujeito a aumentos de aluguel e à possibilidade de não ter seu contrato de aluguel renovado. Isso pode resultar em falta de estabilidade a longo prazo e na necessidade de procurar um novo lugar para morar periodicamente.
3. Ao alugar, você está sujeito às regras e restrições estabelecidas pelo proprietário ou pela administradora do imóvel. Isso pode limitar sua liberdade para fazer alterações no imóvel, ter animais de estimação ou até mesmo escolher as cores das paredes.
Pensando na compra?
Quando a pessoa possui planos de estabelecer raízes em uma determinada área por um longo período, a compra pode fazer mais sentido.
Além de ter um imóvel próprio, há benefícios financeiros no longo prazo, como a valorização do imóvel.
Planejando a compra
Diante desse cenário de incerteza e dificuldades, Armando Botelho, diretor comercial da Creditú, fintech de empréstimos hipotecários, destacou três dicas para que o consumidor se prepare para comprar seu imóvel:
Antes de tomar a decisão:
Pense na compra;
Organize-se;
Planeje a compra;
Programa-se.
Prós e contras da compra:
Prós
1. Comprar um imóvel permite que você construa patrimônio ao longo do tempo. Ao fazer pagamentos mensais do financiamento imobiliário, parte do valor é convertido em patrimônio, à medida que a dívida é reduzida. Além disso, a propriedade imobiliária pode valorizar, o que pode aumentar seu patrimônio líquido;
2. A compra de um imóvel oferece estabilidade e segurança a longo prazo. Você não está sujeito a aumentos de aluguel ou à possibilidade de despejo. Além disso, ter uma propriedade própria proporciona um senso de estabilidade emocional e a sensação de ter um lugar para chamar de lar;
3. Ao comprar um imóvel, você tem a liberdade de personalizá-lo de acordo com suas preferências e necessidades. Você pode fazer modificações estruturais, escolher as cores, decorar e adaptar o espaço para refletir seu estilo e gosto pessoal. Crédito: Foto: Unsplash/Lucas Marcomini.
Contra
1. A compra de um imóvel geralmente requer um investimento inicial significativo. Além do pagamento da entrada, há despesas adicionais, como impostos, taxas de registro, seguro e possíveis reformas. Esses custos iniciais podem ser desafiadores para algumas pessoas;
2. Comprar um imóvel é um compromisso financeiro e de longo prazo. Você está assumindo uma dívida de um financiamento imobiliário e um compromisso de pagamento por um período significativo, geralmente de várias décadas, podendo chegar a 35 anos. Isso pode limitar sua flexibilidade financeira e dificultar mudanças em sua vida ou planos futuros;
3. Como proprietário, você é responsável pela manutenção e reparos do imóvel. Isso inclui custos regulares de manutenção, como reparos, substituição de sistemas e serviços essenciais. Essas despesas podem ser imprevistas e requererem recursos financeiros adicionais.
Desta forma, pensando em alugar ou comprar algum imóvel futuramente, tenham certeza do que desejam, pois estarão lidando com valores que podem ou não retornarem para vocês.
Se for um imóvel regular, você precisará apresentar ou solicitar a certidão de ônus atualizada e a certidão negativa de débitos de IPTU/TLP.
Se a opção envolver financimento imobiliário, será necessária ainda a certidão negativa de débitos de condomínio.
Se o imóvel ainda não estiver devidademente regularizado, a escritura de cessão de posse substitui a certidão de ônus.
E, além disso, é importante conferir as certidões negativas dos atuais proprietários do imóvel.
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